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  • Quem costuma prestar atenção em vitrines, frequentar sites de moda de rua, reparar nas pessoas que andam na rua, já deve ter notado a quantidade de plissados que estão pipocando aqui ou ali, certo!?!

    Pode ser numa saia toda plissada, mas também só num detalhe, tipo uma manga ou um pedacinho “decorativo”. E agora a gente vê calça plissada, vestido plissado, bata plissada… ufa!

    O legal dessa “textura” é que ela forma várias linhas verticais e por isso pode alongar a silhueta, além de transmitir uma imagem super elegante, tipo que não amassa, sabe!?! Mas ao mesmo tempo ela acaba criando um volume a mais na parte em que é usada: o plissado fica meio que estruturado e pode “encher” um pouquinho a silhueta. Por isso a gente só tem que tomar alguns cuidadinhos do tipo fazer look monocromático quando for usar uma peça plissada, ou escolher uma peça num tecido mais molinho  (seda ou cetim “inflam” menos que tricoline), ou procurar montar um look com a cintura bem definida, ou usar só num detalhe, mesmo! O que vale é experimentar, que agora é a hora!


  • O desfile do Samuel Cirnansck ilustrou pra gente a altura mínima de barra de camiseta pra usar com legging, meninas (e meninos!). Imagina uma linha horizontal imaginária bem no lugar em que a virilha encontra a perna: cobriu essa linha, já tá bom. O que não é legal é mostrar pererequinha ou saquinho na justeza da legging, sabe como? E de quebra, camiseta (ou microvestido ou batinha ou tricô ou casaco) que cobre a virilha acaba cobrindo o bumbum também, pelo menos até a voltinha da polpa, né? Assim todo mundo em volta fica mais confortável, não só quem usa!

    A gente já postou, tempos atrás, um “manual Oficina do uso de leggings”, com sugestões pra estilo e pra tipo físico, lembra?!??


  • Muito legal ver uma brasilidade tããão brasileira apresentada com cara de ‘mundo todo’, de atual e de quase-gráfica como a estampa desfilada no Rosa Chá. A marca que fazia moda praia agora tá assumindo uma coisa mais lingerie (e também mais moda confortável, tipo umas saídas que funcionam como roupas mesmo) com o Alexandre Herchcovitch no comando. E aí que os corsets tinham estampa de uma folhona verde e vermelha – que era também o que enfeitava a cabeça das modelos – repetida mil vezes no fundo preto, em versão paca e também em transparência. A folha em questão parece ser essa tamba-tajá (ou tinhorão), super comum no norte do país, com direito a lenda indígena e homenagem em título de disco de Fafá de Belém (brigada amigos do twitter pela ajuda!). Delícia de pesquisa, referência encantadora, de encher os olhos a inspiração ufanista sem ser caricata. ;-)


curtimos

ideias complementares às da Oficina