Todo mundo já ouviu falar da Diane Von Furstenberg, mas pode ser que nem todo mundo conheça a história dela – e como ela fez história na moda! Diane vem de uma família rica, de origem judia, que sobreviveu ao holocausto e tudo. Ela virou “Von Furstenberg” quando casou com o príncipe (!!!) Egon von Furstenberg. Mas não foi pela nobreza que ele ficou famosa, e sim por revolucionar a vida das mulheres através da moda. E marcou seus passos no “mundo fashion” com uma das peças que toda mulher tem ou vai querer ter um dia no guarda-roupa: o vestido envelope ou “wrap-dress”. Sabe aquele vestido que parece que “enrola” mesmo a gente, transpassando os dois lados e depois amarrando com uma fita na cintura?

Pois a proposta do vestido de DVF era refletir e ajudar a rotina da mulher. Prático e atemporal, o “wrap” (haha) pode tranquilamente ir do trabalho para balada, talvez mudando uma coisinha ou outra, tipo nos looks de frio e de calor. Tudo isso sem perder o charme, a feminilidade e a personalidade – características da própria Diane. Read more
Na semana passada teve desfile de novíssimos talentos aqui em SP, num projeto da Camila Yahn (top jornalista incrível de moda) com patrocínio de Absolut. A gente já tinha falado do projeto quando teve festa de lançamento e a gente fez post (quem lembra?), com a própria Camila explicando como tudo ia ser. Ela selecionou – pela internê! – três estilistas com trabalhos que tem tudo pra render, orientou todo o processo de fazer uma mini-coleção e organizou um desfile pra apresentar tudo pro mercado. O que eles desfilaram não vai ser produzido pra vender, serviu como portfolio pra que esses talentos sejam aproveitados/patrocinados de algum jeito.

Os três desfiles tão comentados – com vídeos e tudo – no blog Última Moda. O que mais teve “cara de Oficina de Estilo” foi o de Renato Paiutto: ele mostrou uma coleção de vestidos cheios de paétes, em tecidos lustrosos, com barras de camisa xadrez. Ãhn? Assim ó: a coleção foi pensada com inspiração numa menina que dorme na casa do namorado e que no dia seguinte pega uma das camisas dele emprestada – mas que a veste com amarrações e sobreposições super femininas, pra ficar com cara de menina mesmo. Read more
… vestidos longos pro dia!!! Porque alongam a silhueta e ficam bem mesmo nas baixinhas. Porque deixam o fim de semana mais elegante. Porque escondem as pernocas que não estão em forma. Porque é super feminino e confortável ao mesmo tempo – permitem a gente se movimentar melhor do que os mini-vestidos. Porque têm cara de primavera (e a gente não vê a hora dela chegar). Porque é a roupa perfeita pra passar o dia e ainda emendar em uma baladinha chique. Porque combina com chinelos, rasteirinhas, sapatilhas, assandalhados ou anabelas de corda ou cortiça.Porque funciona na praia, na cidade, na fazenda…

A gente ama os tipo caftans, com manguinhas mais longas, que são suuuuper sofisticados!!! Quem mais?
Tudo funciona melhor pra quem tem confiança. Especialmente à noite – quando o sexy tenta imperar, mas quem sobressai mesmo é “quem segura”. A gente acha que tomara-que-caia é peça-chave nessa história: inspira mais confiança do que sensualidade, é mais pra quem carrega do que pra quem quer causar. A falta de alças não só deixa mais pele à mostra, mas também libera movimentos. Tipo quem é “livre” de verdade, quem tá super à vontade é quem mais aproveita o ‘colo pelado’. E não só colo, né? Liberdade liberdade… mas tomara que caia revela, de uma vez só, colo ombros costas pescoço nuca e braços. Tem que segurar ou não tem?

Pensando com mente de personal stylists a gente prefere vestidos tomara que caia do que tops e blusinhas assim. O formato vestido alonga e o formato blusa – curtinha, quadradinha, reta demais – acaba encurtando o tronco e, por consequência, alargando a parte mais magrinha de quase toda silhueta. Read more
A essa altura todo mundo já viu todos os looks desfilados por celebridades-fashion no baile de gala do Metropolitan Museum of Art, ontem em NY. Todo ano a Vogue América apóia uma exposição importante de moda no Costume Institute (pedaço-fashion do museu) e patrocina essa super festa pra “inaugurar” as visitas à expo. Esse ano o tema da mostra é “Modelo como musa” e aí, a Vogue faz curadoria de looks de estilistas que têm modelos como musas inspiradoras, ou looks que foram usados por modelos e “entraram pra história”, coisas assim. Funciona tipo como o Oscar da moda, apesar de não ser uma premiação. Nessa ocasião os estilistas mais bacanas aproveitam pra vestir mil celebridades com suas criações porque o tapete vermelho do baile do MET rende muito falatório pra eles, de graça – olha a gente aqui de longe, po exemplo, fazendo o assunto render.

as tradicionais, comportadas no dresscode…
Vendo as fotos hoje a gente percebeu como o dresscode de festas, hoje em dia, é “elástico”. Antes a regra era clara e ninguém podia se rebelar. Agora, com bom senso e informação de moda, todo mundo manipula elementos dos dresscodes formal e informal como quer – e consegue montar looks equilibrados e moderninhos, sem deixar de estar adequada. A gente prestou atenção especial aos sapatos que o povo usou. Antes, sapato de festona assim, de gala, tnha obrigatoriamente que ter salto fino, tiras fininhas, tinha que ser feito em tecido, tinha que ter o solado bem baixinho na parte da frente e não podia cobrir muito os pés. Hoje pode tudo – olha nas fotos!, desde botinhas, saltos super grossos, tiras espessas até plataformas e tachas.

…e as rebeldes, que “burlaram” a lei e continuaram bem elegantes!
O segredo pra gente também se rebelar contra o dresscode rígido das festas elegantes é a coordenação do sapato com o resto todo. Se o sapato tem esses elementos considerados mais informais, então vestido, jóias, cabelo e make podem estar mais “dentro das regras”. Vejam nas fotos, amigas, que as moças que mais piraram nos sapatos carregam jóias que têm cara de finas/refinadas, fizeram cabelos de festa (mesmo que esquisitos em alguns casos), usaram vestidos feitos com tecidos sofisticados e mais. E uma coisa compensa a outra!
E, de brinde, tem comentários dos makes e cabelos do povo no bailinho-fashion no Dia de Beauté. Com fotos gigantescas pra ver tudo de pertinho. ;-)
O style.com, portal da Vogue América, fez uma seleção de doze vestidos “controversos” que a gente viu em tapetes vermelhos passados. A gente resolveu repassar essa lista com as nossas opiniões, E A KATYLENE PARTICIPOU JUNTO COM A GENTE! E a drag mais amada dessa Oficina, diretamente de M’Boi Mirim, não poupou palavrinhas doces em relação à essas celebridades. Vamos passear juntas, então, por todos os comentários?!?? ((Tem slideshow com todas essas fotos aqui!))

Tilda Swinton, em 2008, de Lanvin
A Vogue lembrou que chamaram o look de “morte num saco de lixo”, mas eles na revista acharam “de deusa”. A Cris acha que essa é uma imagem difícil (significando que não é bonita), mas respeita porque foi Alber Elbaz quem fez e porque é Tilda Swinton quem veste – ainda por cima ela ganhou um Oscar com esse vestido! Katylene disse que sempre que ela toma uma bala e fica louca sozinha em casa, se enrola nua cortina de veludo e fica igualzinha à Tilda – Katy reparou mais no “porta-vibrador” que Cameron Diaz tá carregando no fundo da foto (palavras dela!).
Madonna, em 1998, de Jean Paul Gaultier e Olivier Theyskens
Disseram que era “um choque”, a Vogue acha super válido ela ter usado, no tapete vermelho do Oscar (super tradicional), estilistas jovens – diz que na época Olivier Theyskens era só uma promessa. A gente acha que o look não tem glamour nenhum, e que justo nessa época (lembra de Ray of Light? como ela era linda nesse disco, não?) Madonna podia mointo mais. Katylene olhou pra foto e disse: “debutante piriguetchy góthyca com um babyliss pós-chuva”. Rá!
Jennifer Lopez, em 2001, de Chanel
Vixe: disseram que “ela perdeu a blusa e que teve que improvisar com uma rede de mosquitos presa precariamente”. A Vogue lembrou que no dia seguinte, em vez de Oscar a maior busca na internet foi por “Jennifer Lopez”. Na época a gente levou um susto (peitinhos de fora, né?), mas olhando agora o corpo dela tá incrível (quadrilzão? que quadrilzão?!??) e a transparência, pra uma diva num tapete vermelho, é bem legal até – só não tentem em casa, mocinhas. Katy disse que usaria esse modelito pra ir até a padaria. Tá bom?!??
Gwyneth Paltrow, em 2002, de Alexander McQueen
Até a Vogue chochou, tipo enrolou dizendo que “achou corajoso” ela não ir de princesa cor-de-rosa – mas mesmo assim a trança não rolou pra eles. A gente acha que alguma coerência é bom, gente. Que nada nesse look parece com Gwyneth, nem de longe – e pra ousar não há necessidade de se fantasiar de outra coisa, né, Brasil? A gente acha que ela podia ousar, mas que devia continuar DIVA. E Katylene pediu um balde de cetim roxo depois de ver essa foto – e disse que Gwyneth tomou um ácido e não voltou mais. Katy ainda pediu pra gente acrescentar um P.S.: “adorei o cabelo de camponesa estuprada”.

Nicole Kidman, em 2000, de Christian Dior
O povo disse que ela foi fantasiada de Oscar (rá!) e a Vogue curtiu, mas sem entusiasmo. A gente achou mixo (é com x mesmo?) e essa luvinha, Brasil, é uó. Katylene abre suas aspas: “Nicole, conta pra gente a verdade, isso é do Samuel Cirnansck?” ;-)
Björk, em 2001, de cisne que botava ovo e tudo
Disseram na época que era uma fantasia de galinha, a Vogue fez a Poliana e disse que ela lançou um novo estilista, mesmo que desse jeito. A própria Björk disse que acha o “senso de vestir” de Hollywood muito alienado e que fez careta pra isso. A gente acha inesquecível e se diverte até hoje. A Katylene ressente que Björk tenha copiado esse modelo dela – que usava o cisne em 1997 nos seus shows em Xerém.
Cate Blanchett, em 2008, de Dries Van Noten
Todo mundo reclamou do colar e do comprimento (supostamente muito curto) do look da musa da Cristina. A Vogue disse que ela estava “radiante”. A gente acha que ela é a grávida mais chique de todos os tempos e que tá linda mesmo. Katylene gritou que Cate é “temdêmssya” e que já naquele tempo tava fazendo o look ‘Caminho das Índias’.
Gisele, em 2005, de Christian Dior
O povo achou que a modela podia estar grávida, a Vogue achou que ela seria previsível se fosse toda cheia de curvas na sua primeira vez no Oscar. A gente AMA esse look desde sempre: nessa ocasião Gisele não era a supermodela, a principal atração (como sempre é), mas tava acompanhando Leonardo Di Caprio, indicado pra ganhar prêmio naquela noite (e ganhou?). O astro era ele. Ela escolheu ser linda e também adequada, e foi de coadjuvante – quem tinha que brilhar era ele, e não ela! Nossa drag-amiga acha diferente: diz que um o.b. embaixo da torneira incha e fica igualzinho ao look de Gisele. E completou dizendo que o look lembra a mulher de algodão do banheiro da escola (lembra?).

Kirsten Dunst, em 2006, de Rochas
O povo chochou, a Vogue amou – e a gente também! Repara que é o mesmo cabelo de Gwyneth, e essa á diferença entre ser coerente ou não: na Kirsten faz sentido! A gente acha ela uma princesa com esse look, maravilhosa em tudo – não precisa ser extravagante pra conseguir um bom momento no tapete vermelho. Agora, com a Katylene a estória é outra (”me vê uma champagne, por favor?”): nossa drag-amiga achou que o vestido parece cortina de banheiro!
Cameron Diaz, em 2002, de Emanuel Ungaro
O Mr. Blackwell, que fazia as listas de mais mal-vestidas do mundo, disse na época que o look era um “fiasco floral”. A Vogue acha que ela tava moderna e que o look era super apropriado pra idade dela. Aqui a gente abre um parêntese pra dizer que esse é o meu look de tapete vermelho favorito em todos os tempos – todo mundo sabe! Tava mesmo bem mudérna, tava jovem, foi super ousado e ainda hoje faria bonito em qualquer outra ocasião tipo essa, não faria? Katylene “não transou esse cabelo” e acha que o penteado é resultado de Cameron se atracar com alguma piriguetchy no tapete vermelho. Ah, não, Katylene!
Marion Cotillard, em 2008, de Jean Paul Gaultier
Os blogs de moda (americanos) disseram que o vestido sereia da Edith Piaf ficou tipo “um peixe fora d’água” no tapete vermelo do Oscar. A Vogue acha legal ela ter escolhido um estilista francês pra bombar o país dela, e que ainda por cima ela foi vestida como quem tem certeza de que vai ganhar (e ela ganhou mesmo o Oscar de melhor atriz naquela noite!). A gente achou que Marillon promoveu um super momento-fashion – supostamente, vestido de passarela vai pro armário do povo e não pro tapete vermelho; no caso desse vestido-sereia-com-escamas-e-tudo, o look ficou inalcançável como só os looks de Oscar podem/devem ser! E mais: Katylene achou que Marion ficou “linda de truta”. Rááá!
Maggie Gyllenhaal, agora em 2009, de Lanvin
Teve gente que disse que ela devia “ser presa por essa atrocidade em estampa de bicho”. A Vogue amou porque tinha colocado esse vestido no style.com logo depois do desfile da Lanvin. A gente acha que esse é outro look super “apropriado pra idade” de quem usa: a festa é tradicional, ela tá adequada e tals, mas não tá quadrada ou velha, nem de longe! Mais: também tá super coerente com quem ela é, não tá? – e essa é a estampa de onça mais chique do mundo! Katylene termina o post com chave de ouro dizendo que acha esse o melhor look de todos – e que acha que a estampa é, na verdade, resultado de pintura a dedo feita por crianças especiais, tipo ‘moça bonita’!
Se a gente “limpar” toda a dramaticidade do desfile e os exageros de styling, o que a gente vai ver na coleção de Samuel Cirnansck são vestidos de festa bem bem bem luxuosos. Imagina que se quase todas as marcas apresentaram brilhos, fendas, decotes, volumes e rendas, Samuel usou e abusou de tudo isso e ainda acrescentou pele. Tá!?!

O mais importante em um desfile como esse é toda a capacidade de um estilista em criar o que suas clientes (reais ou potenciais) querem ver: vestidons. E quando eu falo vestidon não quero dizer vestido longo quero dizer vestidoooooooooon, mesmo. Tinha modelos curtos, longos, com cauda, mais curtos, tomara-que-caia, um-ombro-só, transparente, com volume, com renda, com canutilho… Mas todos imponentes!!!
Não tem como uma noiva, madrinha, mãe de noiva, formanda ou até uma simples convidada – que sonha com um momento red-carpet, é claro – não se inspirar com todos os efeitos princesa dos looks apresentados. Se um gosta e outro não, se uma acha de bom gosto e a outra horroroso tanto faz – o que importa é que ele sabe fazer o que ele se propoem a fazer. E muito bem, né!?!
Então teve tapete vermelho pré-Oscar nesse fim de semana, né, amigas? A gente percebeu que os vestidos com um ombro só ainda estão com tudo e que tons beges, tipo areia (bem “nude”, lembra?), também continuam fazendo bonito em aparições assim, dignas de registrar em foto. E dessa vez o que mais chamou nossa atenção foram as formas, mas não da maneira como a gente vem falando aqui no Oficina (há algum tempo!): na festa dos Globos de Ouro as formas eram o look em si, e não um detalhe, ou uma manga, ou uma barra. Os vestidos eram inteiros A FORMA, veja só!

Nesse caso, os acessórios acompanham como super mega power coadjuvantes, sem aparecer mointo pra não desviar atenção (nem um pouquinho!) do ponto focal da roupa. Vejam só que as construções são feitas no próprio tecido do vestido, e não estão “acopladas” a ela – mas fazem parte de tudo. A gente achou o máximo – e esse assunto, pelo menos por aqui, provavelmente ainda vai render mais conversa.
A gente também curtiu a onda de cinturinhas marcadas com detalhes fofoletes, tipo cintinhos (quase quase esportivos, mas forradinhos no tecido luxuoso do vestido pra formalizar!), broches e brilhos (super pronto pra fazer em casa, com os que a gente já tem!) e faixinhas contrastantes. A gente, se ouvisse dizer que alguém ia usar um cintinho preto com fivelona de brilhos sobre o vestidón, ia achar uó – e vejam bem como a teoria engana a gente, como tem que provar tudo tudo tudo nessa vida: a filha de Demi Moore tá demais nessa primeira foto com o cinto-de-fivela-brilhosa, não tá?!??

Mas nossa top favorita, tipo “não teve pra mais ninguém”, foi Cameron Diaz – não por acaso, clienta de nossa musa Rachel Zoe. Cameron aproveitou o vestido pink-formatura-da-escola pra realçar o super bronze e a neo-magreza (conselhos de titia Zoe?). Outro que, na teoria, podia não funcionar. Mas a forma moldada no tecido estruturado, com volumes certeiros (tem mointo volume, mas em pontos “estratégicos!), faz com que ela continue magrinha magrinha. O sapato super contribuiu pro clima jovial do look, o cabelón (a gent esempre curte os cabelos de Cameron) também, o make tava atrevidinho… tava lhinda.

Agora vamos todas guardar esses modelitos – e esses ensinamentos de red carpet – pra próxima leva de formaturas e casamentos de 2009. Costureiras a postos! ;-)
Então, meninas, tá tudo pronto aqui pro quinto Sacolão de Estilo começar na próxima sexta-feira. A gente instala araras na Teto até o domingo, e essas araras tão recheadas e pecinhas ótemas, todas do momento, tipo prontas pra atualizarem guarda-roupas com muito pouco (que os preços tão bár-ba-ros – com voz de Hebe Camargo). Tipo tem mil jaquetinhas de couro, todas bem bacanas, todas custando em volta de R$ 120,00 – e gente, jaquetinha de couro pra fazer o look de agora tem que ser atual, ajustadinha, com mangas sequinhas e mini-gola: não adianta querer fzer a Kate Moss com a jaqueta anos 90 que você comprou na adolescência. Ó que a gente montou looks, inclusive, aproveitando a visita da (nossa musa auto-estima higher) Ivi ao QG do Sacolão no fim de semana (com direito a foto do making-of e tudo):

Os tops de Adriana Barra, Zigfreda, Marc by Marc Jacobs e Adriana Barra de novo iam ficar umas graças combinados com…

…a sainha da Daslu, o short-saia da Maria Bonita extra, o shortinho (de novo!) da Maria Bonita Extra ou com a sainha da Ellus…

…e aí, juntando cada parte de baixo com cada parte de cima, os looks ficam completinhos com a jaquetinha de couro da Tactile (lhinda!), com a jaquetinha da NK Store, com a jaqueta marrom da Forum ou com a caramelo da Zoomp…

…que também ficariam bem fofas por cima de vestidinhos leves, tipo o da Carina Duek, o da Isabela Capeto (uma coisa!), o do Marc Jacobs ou o outro da Isabela Capeto – bem como as celebrities tão usando. Rá!
Mas não tem só isso, não! O Sacolão tá cheio de sapatos, bolsas, jeans importados (custa tudo tipo R$ 100, gente!), mais vestidos, mais casacos, mais capinhas, mais tricôs (e montes de crochês, também da hora), e tops, e vestidos, e bermudas, e pelerines, e coletes, e sainhas, e shortinhos e mais. Vale a visita pelas araras, pelos preços e – é, né? – pelas risadas que a gente vai dar juntas no provador! =)
E tem mais fotinhos e peças bacanas na matéria-querida que saiu hoje no Chic!!! Obrigada amiga Ivi!!!
Logo no começo da minha gravidez eu fiz uma viagem de 20 dias em Portugal e a previsão do tempo era de calor tipo 40 e poucos graus. E logo no começo da gravidez (e depois eu aprendi que não é só na minha) eu perdi cintura e ganhei centímetros no quadril e bumbum!!! Sem nenhuma roupinha de verão que me servisse pra colocar na mala, fui obrigada (ai, que dó, né!?!) a fazer umas comprinhas. Aproveitei pra já investir em peças que fossem servir, se não em toda, em boa parte da gestação.
A gente tinha meio que acabado de atender uma cliente grávida já de 7 meses e estudado bastante sobre o assunto – que acabou até rendendo um post muito legal no blogview. Munida de toda essa teoria fui tentar na prática, comigo mesma, o que ia funcionar ou não pro meu novo corpitcho…
A primeira peça que tive vontade de provar (e que continua me salvando) foi o vestido mais soltinho. E não é qualquer vestido que dá certo! O vestido ideal pra gestante – ou pra quem quer parecer mais magra e se sentir confortável – precisa ter decote que deixe o colo a mostra, um pouco de manguinha, precisa não ter a cintura marcada, ser feito de malha ou de tecido natural e ter comprimento perto do joelho.

e o melhor vestido é aquele que variando os acessórios vai a qualquer evento e qualquer ambiente!!!
Calças confortáveis, de amarrar, em tecido mais molengo e leve também são super importantes da hora de montar o “mini-guarda-roupa” de gravidez. Essas calças ficam ótimas com camiseta e teninhos no fim de semana pra ir até a feira e ficam lindas com uma jaquetinha bacana ou top de tecido plano e rasteira pra programinhas mais lights.
Pra completar minha mala perfeita investi em um top bem evasê em tecido plano (liiiiiiiindo), dois tops de malha longos – pra caber o futuro barrigão – um tricô leve e soltinho, uma bermuda larguinha e dois tamanhos maiores do que costumo usar, um jeans masculino (jeans pra grávida merece um post, não é mesmo!?!) e um foulard/faixa de tecido bem fininho que funciona como cinto. E acreditem, NE-NHU-MA dessas peças foi comprada em lojas de grávida, tá!?!

buscar inspiração é um exercício super saudável pra fazer antes de sair comprando
Moral da história? Compras pensadas e planejadas rendem peças que coordenam com muitas outras peças do nosso guarda-roupa, trazem versatilidade e praticidade pro nosso dia-a-dia e evitam ressaca moral do tipo “onde eu tava com a cabeça quando comprei isso”, sabe!?! Todas essas peças que eu aproveitei pra comprar num determinado evento – e foi tudo em liquidação (!!!) – eu uso muito mesmo 4 meses e 4 quilos a mais depois!!! Não é ótimo?
Os acessórios deixei pra comprar na viagem, porque eu não sou boba nem nada!!! E é assunto pro próximo post, OK!?!