No Filme Fashion tem vídeo novo do programa Garden Girls, em que a Alexandra Farah recebe a cada semana um convidado-fashion pra bater papinho. Agora tá no ar o vídeo com o Garden Girls que recebe Giovanni Frasson: ele é editor de moda da Vogue há 20 anos e não é pouca coisa comandar a moda da revista de moda mais importante do país (com todos os seus ‘porém’s). Desses vinte anos sobram histórias e insights, e no vídeo o power-editor conta como começou na moda (e aí a gente tem uma super contextualização – incrível – de como eram as coisas no nosso mercado tempos atrás, tipo no comecinho dos anos 80!); conta bastidores da profissionalização do mercado de modelos aqui no BR, falando de nomes como Ira Barbieri, Fabiana Saba e Denise Cespedes (antiiiigas!); conta que a Carine Roitfeld (editora da Vogue Paris) aprendeu muito disso de sensualizar as imagens com o trabalho que fez com a Zoomp aqui no Brasil (!!!) e mais. Super vale a pena – vale a pipoquinha e a coca-cola do lado e tudo, que o programa dura uma hora e cada minuto é mais legal que o último. Recomendadíssimo! ;-)
Hoje o Pense Moda teve mesa estrelada discutindo como conciliar liberdade com necessidades comerciais nos veículos de moda no Brasil. Dá só uma olhada no time: os editores Alcino Leite Neto (Folha de S.Paulo), Erika Palomino (Key), Daniela Falcão (Carta Editorial), Paulo Martinez (Mag!) e Susana Barbosa (Elle); os fotógrafos André Passos, Bob Wolfenson e Daniel Klajmic e as stylists Chiara Gadaleta e Letícia Toniazzo.
alcino leite neto (da folha, daniel klajmic (fotógrafo), daniela falcão (do vogue brasil) e chiara gadaleta (stylist/estilista)
Um debate envolvendo gente tão gabaritada como os nomes acima sempre fomenta fortes discussões – e algumas concordâncias. Por exemplo: Vogue e Elle, por estarem mais diretamente vinculadas ao mercado (anunciantes e exposição das roupas que são fotografadas nos editoriais), possuem mais amarras que a Key e a Mag. E estas tais amarras são diretamente remetidas aos profissionais que prestam serviço aos dois veículos, quer sejam fotógrafos ou stylists. Como, então, imprimir identidade nestes títulos? Paulo Martinez responde: através da interpretação pessoal das exigências colocadas em pauta pelos stylists e fotógrafos. E Chiara Gadaleta completa: as referências são o reflexo do universo pessoal de cada profissional e é exatamente isto o que fará a diferença no exercício de seu trabalho, independentemente de qualquer amarra imposta. Se antigamente as referências (geralmente extraídas dos editoriais das revistas internacionais) eram o ponto de chegada, hoje elas são o ponto de partida, (bem) colocou Bob Wolfenson.
daniela de novo, chiara de novo, susana barbosa (elle) e andré passos (fotógrafo)
A discussão é sim, muito importante, mas por enquanto não acarretará em mudanças muito significativas. A Vogue tem que vender, a Elle tem que colocar produtos acessíveis, a Mag praticamente não se utiliza de roupas de grifes internacionais em seus editoriais… não importa – sempre haverá algum mas, algum porém. A questão não pode recair somente sobre estas limitações. Existe um outro fator extremamente relevante em todo este processo, como pontuou, mais uma vez, Martinez: está faltando título de moda no mercado brasileiro. Se outras revistas com diferentes perfis daqueles que já existem no mercado surgirem, diferentes histórias poderão ser contadas e a experimentação será mais viável.
erika palomino (a gente é BEM fã), letícia toniazzo (stylist), paulo martinez (MUSO), joyce pascowitch e bob wolfenson
E qual a solução para este conflito enquanto estes novos tíitulos não vem? Gadaleta dá a resposta citando Paulo Borges em palestra no Pense Moda anterior: paciência. A moda brasileira ainda é muito recente e há pouco deixou de engatinhar para dar seus primeiros passos. E como todo bom filhote que acabou de aprender a andar com suas próprias pernas, tombos e desequilíbrios são inevitáveis e naturais.
E esse é mais um texto ótemo da nossa ilustre assistente de Pense Moda, Tati Rodrigues. Os textos-relatos de todas as palestras tão disponíveis no site do Pense Moda
Mais da Vogue desse mês: tem matéria da Maria Prata contando das maxigolas que apareceram em desfiles pro inverno e que já tão nas lojas. Assim: pro friozinho, ou a gente tem peças que já trazem golas incríveis, grandes volumosas e que contam como acessórios de tão destacadas, ou a gente compra golas removíveis que podem ser usadas em mais de uma roupa. O texto é bem legal porque conta a história das maxigolas, sugere que a gente use com vestidóns e em festas bafo (a gente adorou!) e mostra modelos de agora, pra gente comprar ou se inspirar. Demais!
E vale pra todo mundo! Que a princípio, a gente diria que quem tem peitão ia achar difícil e tals, mas a gola removível é re-mo-ví-vel! Então vale se enrolar, se esquentar e, se for o caso, remover pra se sentir mais magrinha em determinado momento. Golas altas e volumosas dão mesmo impressão de peito maior, mas decote por baixo e cachecol enrolado como gola super funciona! Ou super lenço, ou uma mantinha de lã, ou um tecido bacana em retalho…. vale tudo, que o volume mais legal é bagunçado meishmo, tipo o volume feito com cardigan enrolado no pescoço (quer aprender?!??). Que só a gola enrolada no pescocinho já esquenta de verdade!
E pras gordinhas vale a mesma coisa, que gordinha consegue impressão de rosto mais fino quando libera o pescoço. Mas sabe o que? Gola volumosa é incrível pra disfarçar quadril – tipo num look com parte de baixo super lisa e neutra e básica e power golona: a pessoa só olha pra cima e nem vê o quadrilzão. E se a gola for colorida e o resto neutro (ou se o cachecol tiver cor viva!) o efeito “ilusão de ótica” também rola, que cor viva sempre chama mais atenção e quem é gordinha tem que chamar atenção pro rosto o tempo todo (chamar atenção pra cima também dá sensação de mais altura, sempre).
Bem que nos comentários do post Estilosas também no escritório a Maria Prata e a Mônica Salgado avisaram que ia ter matéria relacionada na Vogue. Então, a Vogue nova tá boa mesmo (fora um editorial nonsense dus infernus feito em NY – pra que, né, gente?) e a matéria da própria Mônica, sobre looks incríveis pra usar no trabalho, é inteira incrível. A gente já era fã da moça desde antes, que em semanas de moda a gente vê sempre ela passando, linda e loira, e suspira com os looks – que ela arrasa. Agora a gente é mais fã ainda, really. Que a gente ama quando a Vogue vem boa. =)
A matéria tem fotos-sugestões pra cada dia da semana. Os looks são todos mega poderosos (e caaaaros!) e super servem de inspiração: e todos vêm acompanhados de textinho explicativo com fundamentos, jeitos de usar, mensagens e mais. A gente super curtiu o jeito de mostrar fotinhos de desfiles e logo do lado, a versão -vida-real. Tão aqui as dicas: trocar camisas por suéteres, investir em macacões (bafo!), ser feminina no trabalho (essa dica a gente também deu, eeee!), arrasar de vestido no escritório e desconjuntar o tailleur – a gente AMOU essa última. Clica nas figuras pra ver tudo em tamanho maior, e corre pra banca. Que super mega vale a leitura, especialmente se você trabalha em ambiente profissional de dresscode rígido. De verdade.
Junto com a Vogue desse mês a gente recebe uma ‘Vogue Especial Acessórios’, que é uma outra revistinha cheia de matérias super bem humoradas sobre tendências, estilos, o que usar e o que não usar, marcas e estilistas – tudo SÓ de bolsas e sapatos. Incrível pra gente conhecer a história e as motivações de quem faz acessórios há muito tempo aqui no BR e de quem faz mega sucesso com isso agora: tem textinhos com as moças-sapateiras mais legais daqui (tipo Paula Ferber e Sarah Chofakian), tem dicionário de modelos (pra todo mundo saber o que é peep toe, meia pata e afins), tem matéria com os “sapateiros de sonho” tipo Manolo Blahnik e Jimmy Choo… e mil fotos e dicas e mais. Tipo de guardar pra sempre (e da Vogue fazer mais vezes).
A gente amou mil partes da revistinha e ainda vai falar mais dela, mas a gente quis começar com a matéria em que a Vogue “pergunta para cinco experts qual é a mair gafe dos pés” – porque “o sapato errado ou o jeito pouco apropriado de usá-lo derruba até o mais elegante dos mortais”. A gente meeega concorda, até porque sapato influencia na postura. Começamos com a jornalista Lílian Pacce (eeeee!), que acha que não pode “ir a uma festa social usando plataforma (porque) ninguém consegue ser chique com esse tipo de sapato”. E a gente até acha que pode haver uns modelos elegantes de anabelas, no caso de uma senhorinha ou alguém com dificuldade motora precisar, mas plataforma dessas pesadonas não dá mesmo. A gente acha que não dá nem em ‘festa social’ nem em lugar nenhum, porque sempre é grosseiro e desproporcional com quase todas as perninhas do mundo.
aqui tem a lílian pacce, o dudu bertholini, a lara gerin (bem linda!), a chiara gadaleta e o andré lima: os experts!
O estilista André Lima e a stylist Chiara Gadaleta falaram de comportamento. Ele acha uó “mulher tirar o sapato em festa” e diz que “é preferível ir com um modelo mais confortável, com que possa dançar a noite toda”. Ela diz “usar salto sem saber andar nele é algo que desmonta totalmente o look”. A gente sempre sugere pras clientes que usem bastante os sapatos de festa em casa, pra moldar no pezinho e deixar mais confortável mesmo, pra não existir chance de chegar na festa com incômodo e ter vontade de ir embora logo. Porque é isso, né, gente? Se não dá pra ficar calçada arruma as coisinhas e bora pra casa, que ficar descalça na festa não dá. E não custa treinar o andar com o salto que vai usar, néam? Porque salto tem que a judar a gente a se sentir mais poderosa, e não tirar a nossa atenção da diversão.
tem coisas que só funcionam se você dança no grupo ‘tchan’. mi-se-ri-cór-dia!
A stylist Lara Gerin lembrou das “botas de búfalo de rave, as moon boots” e disse que tem “vergonha alheia de quem usa (…) e que esse sapato não deveria existir”. A gente acha que entram nesse grupo as patas de bode, as plataformas de madeira com o furo no meio e até as crocs – não só porque são sapatos feiosos, mas porque criam formas diferentes das dos pés, inventam a desproporção. A gente não curte. E por fim o estilista da Neon, Dudu Bertholini, diz que “calcanhar mal cuidado é um horror!” e que “para usar rasteirinha, peça-chave do verão, essa parte dos pés deve estar impecável”. Tá super certo, que aparência/imagem não é feita só de roupa, mas de cuidados com tu-do! Em outra parte da revista tem um acréscimo incrível à essa dica: pra usar sandalinhas tem que ter as unhas bonitinhas, com esmalte em dia. Senão não. =|
E aí que a gente resolveu pensar no que a gente considera o maior pecado fashion nos pés, tipo o pior de todos. Que a gente concorda com todo mundo da matéria e também citaria como pecados usar plataforma e skinny jeans ou legging (uóóó!) e usar o jeans por dentro da bota montaria (que já deu, né, gente? há muito). Mas pra gente essas sandalinhas de salto que não prendem no tornozelo ou no calcanhar e que fazem “clec clec clec” anunciando a chegada de uem usa é a pior gafe – fora que elas podem sair do pé a qualquer momento! Ninguém precisa ser embalado por barulhinho de deslocamento de ninguém, ainda mais quando o barulhinho é tão deselegante. Não é, amigos?
Ainda da Vogue BR: a coluna da Costanza Pascolato na revista, que é leitura obrigatória pra quem quer aprender mais (ela sabe de tudo, e antes!), nesse mês fala de ‘um novo hi-lo’, visto pela master fashionista em Paris, durante a última temporada de desfiles. O “exercício mais sofisticado do hi-lo” de que Costanza fala foi percebido por ela nas ruas, em meninas da vida real, “verdadeiras trend-setters que estão mais discretas e que não querem parecer anúncio de marca de luxo” – a super referência da Costanza foi a editora de moda da Vogue Paris. O texto aponta pra um novo jeito de coordenar peças dentro da fórmula ‘Pradas e Balenciagas’ junto com ‘Zaras e H&Ms’.
a cristiana mostra todo dia no blog dela o exercício que faz!
Acontece que “não são mais os grandes empórios de moda como H&M, Zara e TopShop que dão as cartas”. Costanza chama atenção para uma super quantidade de lojas pequenininhas em Paris, “originais, trendy, com preços razoáveis, que dirigem-se à mulheres jovens de todas as idades”. É dessas lojinhas que agora vêm as peças ‘lo’, são essas lojinhas que estão “revolucionando o mercado com novidades a cada semana e ocupando o espaço que fica entre as marcas de luxo e o mercadão fast-fashion”. Não é o máximo? Que trazendo pra vida real, o ‘lo’ de uns pode ser o ‘hi’ de outros, né? Tipo se a gente não usa Chanel e Marc Jacobs no dia-a-dia, o nosso ‘hi’ pode ser da Forum ou da Maria Bonita Extra ou de qualquer outra marca grande brasileira (ou não!) – que podem ser o ‘lo’ de quem usa super marcas de luxo. E nem por isso o ‘lo’ precisa vir vazio de informação: a gente também pode fazer o novo “hi-lo”!
Aqui em SP a gente tem a Galeria Ouro Fino, cheia de lojinhas comandadas por gente interessada em fazer moda autoral; tem a Vila Madalena com um monte de modas com personalidade super definida; tem gente que arruma jeitos legais de mostrar peças feitas com a cara das vontades de quem faz. Mesmo aqui nos Jardãns tem gente escondidinha, fora do tradicionalzão, que faz o que tem vontade e pronto. E em todo lugar tem lojinhas de bairro, pequetuchas e recheadas com peças diferentes do que a gente compra no shopping ou do que todo mundo já viu antes, em catálogos e publicidades. Costanza diz que essas lojinhas em Paris “encontram ressonância por não serem ‘usinas de cópia’ de marcas de luxo” e que nos oferecem “peças pensadas para serem personalizadas com os acessórios e com a atitude certa”. E ainda tem as costureiras, que fazem nossos ’sonhos de coordenação’ virarem realidade em um ou dois dias!
Que a gente também não quer ter cara de catálogo nem de outdoor de marca nenhuma, néam? E esse é um exercício deglícia pra se fazer na frente do espelho, todo dia: criar looks cada vez mais pessoais, misturar e combinar as coisas de jeitos cada vez mais ‘com a nossa cara’, coerentes com o nosso jeito de fazer o resto todo na vida. Quanto mais elementos e referências a gente agregar num look, mais informação esse look vai comunicar pro mundo em volta da gente. E essa não é a melhor parte de ‘viver a moda’ na vida real?!??
No Pense Moda os fotógrafos e os stylists participantes de mesas de debates tocaram num assunto-bafo: a coisa das referências literais na hora de se trabalhar imagens de moda aqui no BR, seja em revistas, seja em catálogos e afins. A coisa toda parece meio cíclica: eles (fotógrafos e stylists) reclamam que são sempre chamados pra repetir referências literalmente, dizem que os editores mostram editoriais/imagens feitos por profissionais incríveis fora do país e pedem pra reproduzir igualzinho. E falam ainda que não têm tanta liberdade pra propor coisas novas porque os editores dizem que os leitores “não estão preparados” ou que não vão entender.
Vogue Paris x Vogue Brasil: o editorial-matriz saiu primeiro na revista de lá de fora e foi republicado aqui nessa edição da Vogue BR – na mesma edição em que a versão brasileira saiu. Oooops.
Não tinham editores lá no Pense Moda na hora pra rebater ou pra debater, então a gente ouviu só um lado dessa história. Porque a gente imagina que eles poderiam reclamar que quem não traz nada novo são eles (fotógrafos e stylists!), ou que eles topam fazer o que é pedido sem reclamar ou sugerir outro caminho – não dá pra saber, né? Mas a gente imagina.
Vogue América x Vogue Brasil: relfetidas no espelho, com canudinho e tudo
O fotógrafo Bob Wolfenson chegou a dizer que é meio obrigação de editores e clientes em geral pedirem referências novas e frescas. Ele disse que é preciso que se produza imagens novas e inspiradoras até pra “educar” o leitor/consumidor, pra que cada vez mais todo mundo compreenda e saiba “ler” imagens de moda mais elaboradas, mais sofisticadas e moderninhas. A gente também acha, e também quer ser ‘educada’! Porque repetição faz com que o olho se acostume e se acomode, e a gente vai mesmo perdendo o jeito de decifrar códigos e elementos das imagens de moda que vemos – especialmente quando a Vogue repete tanto assim, ó:
Vogue América x Vogue Brasil – e aqui a gente tem um ‘plus a mais’: tem na revista dizendo que “o editor de moda Giovanni Frasson foi quem decidiu que um jardim tropical seria perfeito para destacar as cores do editorial”. A gente acha que quem decidiu isso foi o casal Inez e Vinoodh que fotografou o editorial-matriz na Vogue América, não foi não? E olha que a gente a-do-ra tudo do Giovanni!
A teen Vogue original sempre esteve nas nossas compras de revista todo mês, a gente sempre curtiu, desde o início. Por isso tínhamos uma super expectativa em relação à versão brasileira da revista, que veio junto com a Vogue esse mês. E a gente a-do-rou! Que a Teen Vogue BR funciona como um filhote da Vogue, pequenininha (no mesmo formato da americana) e, até agora, semestral.
Acontece que a revista é feita pras teens, mas alcança também mulherzinhas que não são mais teens mas também não são tão sérias/adultas como a mulher-Vogue. É uma revista de editoriais sofisticados, sugestões de peças e compras incríveis, com tudo super legal e sofisticado, mas de um jeito mais solto e leve, bem menos “formal” que as coisas que a gente vê na Vogue grande (vamos chamar assim, ok?).
A gente amou as páginas de produtos com as legendas dentro de post-its – é tudo super fofo na Teen Vogue, mas sem ser ‘fofucho’ demais. É fofo mas é sempre super elegante e digno (eu a-do-ra-ria ter 16 anos agora – a revista ia super me me guiar, tenho certeeeeza!). E os editoriais são mega descolados e informativos: as meninas são todas lindas e as fotos vêm acompanhadas de legendas que dão dicas de como usar cada tendência apresentada.
A capa é linda, Aline Moraes tá super mega linda na matéria-recheio. A revista inteira é uma graça, a gente não tinha como ter ficado mais feliz (arrasou, Maria Prata!). Que venham as próximas, e que sejam mensais loooogo.
A Vogue de setembro tem matéria indicando 10 top compras certeiras pro próximo verão. Cada uma delas rende um post, mas a gente pode começar repassando a lista inteira pra depois desenvolver item por item – que a gente super concorda com quase tudo, e sempre tem ‘truques’ pra dar mais ou menos certo, né?!?? Daí é só a gente ver o que a gente já tem, o que a gente quer ter, o que dá pra resgatar de outros verões e o que é novidade mes-mo. Let’s:
2. maxióculos
Não é só pra esse verão: a gente é super a favor de power óculos sempre! Já que é pra proteger do sol, que seja com um carão incrível, não? Quanto mais, melhor – prestando atenção em proporção que ninguém quer sumir atrás das lentes, né? Os mais ”da hora” são os que parecem ter sido roubados da vovó: não tem lugar mais legal pra achar um desses do que num brechó.
3. look multicor
Verão no BR é sempre tempo de cor colorida. A gente adora e acha que alegra a vida mesmo. Vale um monte de cores na mesma peça (tipo um vestidinho) ou blocos de cores na coordenação (top e parte de baixo em cores diferentes, mas coordenadas sem medo!). Quanto mais cores num look, mais informal ele é e o contrário também vale: quanto menos cor, mais formal. E verão é tempo de rir mais, fazer mais amigos, se divertir mais (calor é tuuuudo!): cor sempre faz a gente parecer mais acessível, mas solta, mais animada.
4. shorts esportivos
A gente não imagina esse item rolando na vida real, não literalmente. Que o texto da Vogue sugere que a gente use shortinhos super curtos e cavadinhos dos lados, o que dificulta tanto a coordenação com outras peças quanto a administração de tanta perna de fora. Shortinhos tipo alfaiataria (ou quaisquer modelos soltinhos, em comprimento mídi) provavelmente funcionam melhor. Não?!??
5. vestido casulo
É o vestido de modelagem ampla, mais ampla do que os que a gente tá usando até agora – que esses do verão são amplos nas mangas e ombros, com bastante tecido a mais. Ficam beeeem mais legais em quem tem peito pequenininho e disfarçam quadris largos. Os mais curtinhos são mais legais!
6. botas abertas
A gente também não acredita nesse item na vida real – pelo menos não fora dos Jardins. Que (pra gente!) botinha tipo ankle boot aberta na frente (como sugerido pelo texto) é como regata de tricô: quem usa tá com frio ou com calor?!?? A gente tá apostando em sandalinhas rasteiras (sempre!) e sapatilhas abertinhas pra esse verão.
7. cintura marcada
Já tá mega rolando, tá tudo com faixas e cintos. Todos os vestidos e batinhas e tops das coleções novas já vêm com a cintura marcada, e pra aproveitar tudo do inverno é só providenciar fitas, faixas e cordinhas fofas pra acinturar as peças soltinhas! A gente aqui já tá de regime pra ter cintura de novo pro verão! =)
8. bolsa de verniz
“As it bags do momento são envernizadas e, pode anotar, quanto mais coloridas, melhor!”. Que não custa dar uma sofisticada na roupa de calor com uma power bolsa! Na Maria Bonita Extra tem umas in-crí-veis.
9. parka de verão
A revista sugere versões sem mangas, em náilon, com bolsinhos tipo canguru – pra enfrentar as chuvas de verão. A gente não sabe…
10. maiô geométrico A gente acha lindo de morrer nas fotos, mas na vida real é preciso pensar nas marcas de sol que precisam ser administradas na hora de usar decotes, né, amigos? Tipo pra passear de barco, pra almoçar depois da praia ou pra passar a tarde na piscina dos amigos pode dar certo – mas sempre na sombra. Que na praia a gente ainda acha o biquininho de sempre a opção mais acertada.