25.
Jan.
08.
tendencitcha: jaqueta pretinha de couro
Então, amigos. Se moda é o que a gente quer usar antes que todo mundo esteja usando, a hora de arranjar uma jaquetinha preta de couro pra quando o frio chegar é agora. Que Junya Watanabe já fez (e estilistas japoneses enxergam beeeem mais na frente que a gente, néam?), Jean Paul Gaultier fez pra Hermés, e editoras de moda im-por-tan-tes já têm as suas, tipo Emanuelle Alt e a Maria Prata (eeeeeee!) - e o que elas usam serve de sinal pra todo mundo, elas também enxergam na frente e ensinam pelo look, não é mesmo?!??

quem toma conta da vogue francesa e da nossa vogue tem crédito pra servir de referência, néam?
E se as jaquetinhas apareceram junto com Marlon Brand o e James Dean nos anos 50, super rebeldes, aqui elas apareceram por conta da onda de masculino/feminino, associadas a elementos suuuper femininos - a gente adora essa mistura e acha um jeito fácil (e descoladérrimo) de entrar na ‘tendência’! Pra você ter uma idéia a jaquetinha apareceu no desfile da Maria Bonita Extra, marca mais de-menina-fofinha-de-boneca do mundo!

maria bontia eishtra, duas vezes patrícia vieira (versão babaaado!), neon cori, animale e ellus
A melhor parte é que jaquetinha de couro preto funciona com quase tudo nessa vida. Dá certo com jeans, com alfaiataria, com bermudinhas e shortinhos, com vestidos super femininos, com tudo. Mesmo. E a gente pensou em aconselhar todo mundo a procurar uma jaquetinha dessa nas Zaras e C&A’s da vida porque é tendencinha meeeesihmo - mas a jaqueta em si é tão clássica que vale um investimento: a Cris têm a dela desde sempre e, por mais que ela tenha ficado guardadinha durante um tempo, ela vai super usar de novo agora!








Adorei! Agora jaqueta de couro na C&A eu achei um tanto quanto impossível de achar. Bom, eu gostaria muuuuuuuito, mas muito mesmo que vocês comentassem um pouco mais em um post a parte sobre as bolsas utilizadas pela Manu Carvalho no post passado de título: lições de estilo com os looks das editoras. Eu achei super interessante essa estória de dividir peso com duas bolsas. Para mim e para várias estudantes de Direito que precisam carregar trocentos livros pesados é uma ótima dica. Porque ninguém merece carregar aquelas pastinhas executivas que dizem chamar valise. É horrível!