TER MENOS, MELHOR – E DE PERTO!

Sem querer ser chatonas mas não é normal um vestido INTEIRO custar 15 dólares (preço justo é diferente de preço improvável!). Alguém tá recebendo muito pouco pra alguém ganhar muito mais, né não? Roupa barata-baratíssima pode parecer uma boa na hora em que se compra, mas é ruim pro mundo… e se é ruim pro mundo, é ruim pra gente.

Quanto mais a gente compra de grandes magazines, mais dinheiro põe na carteira de 3 acionistas e menos nas de milhares de funcionários — ao passo que quando a gente compra de pequenas confecções ou direto de quem faz o dinheiro fica ali mesmo – e não na China ou em Bangladesh. E todo desperdício gera desigualdade — no mesmo mundo em que A GENTE VIVE AGORA, não numa outra dimensão ou muito longe da gente mesma! Comprar com consciência é diferente de ‘não comprar’ –> mas não dá pra incentivar geral a comprar 300 blusinhas de R$ 12,99 cada só porque tão oferecendo em todo lugar.

A gente aprende que acumular é sinal de sucesso — quando inteligente mesmo não é ter ‘mais’ (ninguém precisa de TANTO) e sim ter ‘melhor’, pagar por durabilidade e não por influência ou status. Comprar sem excesso, de perto da gente, pagando o melhor que a gente puder dentro da nossa própria demanda, do nosso próprio orçamento (consciência é individual!).

Sem querer criar um climão nem nada, mas né, querendo que nossas crianças cresçam sabendo que comprar não é a mesma coisa que existir — e que comprar — bem ou mal, com ou sem consciência — tem consequências equivalentes.

“A gente é pessoalmente responsável por ser mais ética que a sociedade em que cresceu”. (via)

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IDÉIAS PRÁTICAS PRA FACILITAR O VESTIR!
  • e comprar menos e melhor
  • e se arrumar em menos tempo
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