TODO MINI-ESFORÇO VALE A PENA

Imagens de revistas, de sites de streetstyle e (hoje em dia) de veículos que fotografam celebridades super abastecem nosso repertório pessoal de referências de moda. Tudo que a gente vê e acha bonito tem a ver – de algum jeito! – com a gente mesma, já que rolou toda uma identificação. Aí, o que importa de verdade, é achar o que tem ‘da gente’ em cada referência que encanta e SER a gente com essa informação. Tipo por que encantou, no que essa referência tem a ver com a nossa vida, do que a gente gosta mais na imagem, o que essa imagem faz a gente sentir (ou querer sentir), o que ela transmite, em que circunstâncias seria perfeito exercitar as idéias dessa referência. E procurar esses sentidos (subjetivos mesmo!) nas peças de roupa que a gente já tem ou no que a gente vai comprar.


foto maravilinda da ivi <3

Porque é isso, né, re-fe-rên-ci-a: querer ser igualzinha à qualquer imagem de moda (que é produzida, iluminada, especialmente cuidada de jeito diferente da vida real) é como “ver o Fred Astaire no cinema e achar que pode sair dançando como ele –  quando na realidade parecemos hipopótamos”. A gente não tem que ser a referência, a gente tem que se inspirar nela – e ser quem se é! E procurar/achar sentido. E se esforçar pra exercitar esse gosto no vestir do dia-a-dia. Qualquer pouquinho de energia que a gente coloque nisso não só já faz diferença como também vale muito a pena. Fica a dica pra vida: experimentar com sentido, sendo quem a gente é, com a informação que a referência acrescenta. ;-)

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IDÉIAS PRÁTICAS PRA FACILITAR O VESTIR!
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