blog

  • Quando a gente pensa em renda o visual imaginado (quase sempre) é sexy, de festa ou ultra-feminino, não é assim? Fórmulas boas pra usar de jeitos frescos, então, podem vir da contramão dessas idéias, fazendo caminho oposto pra surpreender. Só de aparecer em sobreposições – por cima ou por baixo de alguma coisa, mas em detalhes e não na maior parte do look! – a renda já funciona como um acessório, como um extra, um charminho. E assim a gente tem mais possibilidades pra exercitar coordenações com outras texturas, outros elementos. Ó!

    RENDA ANTI-FESTA
    Experimenta usar renda no dia-a-dia – no trabalho, no almoço com amigas, no passeio de fim de tarde com o cachorro e tals – com materiais super super informais, tipo jeans, brim, algodão e linho. A gente tem certeza que vai render look bom.

    RENDA ANTI-SEXY
    Imagina só usar peças de renda transparentinha com peças larguinhas, com a maior cara de conforto do universo, tipo calça saruel  ou bermuda solta? O sexy da transparência (ou da “cara de lingerie”!) da renda pode super ser compensado sem a justeza de outras peças!

    ANTI-MENININHA
    O nível de fofuchice de qualquer visual diminui se a gente coordena renda com peças “roubadas” do guarda-roupa dos meninos, tipo sapato oxford, camisas soltinhas, paletó, aé suspensório (!!!). Também vale compensar a carinha-de-boneca com peças duras, tipo feitas em couro, sabe?

    ***Renda é o tema mas o tema pode variar um tanto! E tudo que a gente divide aqui vale também pra transparências, tecidos vazados, laises, superfícies furadinhas… e mais!


  • Não dá pra ignorar essa enxurrada de camisas (e camisetas) transparentes que está tomando as zaras, pinterests e editoriais da vida. Aliás vai dando bem um vontade louca de usar, não!?! Só que transparência sempre gera muitas dúvidas na vida real, tipo “que top eu uso?” ou “posso usar com sutian?”. E aqui ninguém tem a menor intenção de dizer o que é certo ou errado, mas sim dividir as experiências do que tem funcionado melhor nos provadores. Então vamos lá!

    A camisa transparente toda fechadinha até o pescoço – que a gente tem visto muito nos desfiles internacionais, nos “looks do dia” e sites de street style – trouxe pra gente um novo jeito de ser sexy. Porque por mais que não exista decote, a pele está veladamente a mostra, transmitindo as mensagens de sou-sensual-e-recatada-ao-mesmo-tempo! Fica legal até como alternativa pra looks de baladinha, sabe!?!

    E daí usa o que por baixo? Dá pra perceber que o negócio agora é deixar o sutian bem evidente mesmo (mais um jeito de ser sexy!) e nesse caso a gente é mais a favor do modelos coloridos e com alças interessantes. O resultado é divertido e menos sexy-óbvio do que o sutian preto, e quebra qualquer chance do look ficar vulgar. Mas pras mais tímidas o top tipo regatinha também funciona super e também permite brincar com cores… imagina uma camisa transparente lilás clarinha com um top rosa por baixo que lindo que ia ficar.

    É lógico, minha gente, que a camisa transparente precisa de cuidados a mais no ambiente profissional, mas não precisa ser banida do trabalho, não! Tem alguns jeitinhos de disfarçar a transparência e ainda assim ficar elegante (porque o tecido muito fino que dá a transparência a peça, tipo seda, linho ou tricoline é muuuuuuuuuuito chique!). Tem alguns detalhes na própria camisa que já ajudam, pode ser um laço, um babado, preguinhas – tipo camisa de smoking – jabô… ou a gente pode acrescentar lenço e/ou colares que acabam dando uma “cobertura”. A camisa pode ser colorida ou estampada e ainda dá pra acrescentar a terceira peça por cima e fazer um look executiva bem atual. Ah! No ambiente de trabalho não dá pra usar transparência com sutian, né gente, tem que ser com top que cobre a barriga, mesmo!!!

    O mais legal na hora de coordenar é misturar informações de estilo tipo juntar camisa transparente com peças de alfaiataria – paletozinhos, calças retas, terninhos –  peças mais esportivas – jaquetinhas, cangurus, calças de amarrar – ou peças pesadas – jaqueta de couro ou qualquer peça de couro, colete pele, tricozão! A gente por aqui é do time que revelar é bem mais eficaz que mostrar!!!


  • Tem chovido loucamente aqui em SP e olha, coisa que mais faz diferença no tempo molhado – além de pezinhos secos hihihihi! – é cabelo controlado. É ou não é? Especialmente por que é o que emoldura o rosto (alô conversas olho-no-olho!), cabelo pode ser tão pensado/programado/experimentado quanto o look que a gente escolhe usar. Vai daí que o Joe Zee (diretor criativo da Elle americana) e a Cathy Horyn (jornalista de moda do NY Times) disseram, no twitter, que adorariam ver todo mundo de rabo de cavalo (que né tem aparecido em muitas passarelas há algum tempo). Eles dizem que rabo de cavalo é chique, arrumadinho (no sentido de “sem bagunça”) e que se a gente puxa suficiente eles ainda rendem um lifting instantâneo no rosto (“they’re chic, fuss free and, if you get one tight enough, they’re an instant facelift” – HAHAHAHAHA). Tá fácil pros dias de chuva – e também pros de calor! – e dá uma sensação de cuidado extra, não? A gente é do partido que defende sair de casa já com cabelo preso, pra ter oportunidade de usar produtos, dar acabamento e se certificar de que tá tudo ok em vários ângulos do espelho. E quantas variações a gente pode experimentar assim, rapidex, ainda pela manhã! Ó!


  • Idéia boa e fácil fácil de reproduzir em casa: vê só que essas transparências complementam os looks, às vezes até com função. Vale disfarçar um decote tomara que caia muito revelador – imagina fazer na costureira uma camiseta em tecido transparente pra usar por baixo de tudo! -, vale amenizar um decote muito profundo cobrindo o V com uma “nuvem” de tecido (nessa idéia vale mais ter uma regata transparente pra usar por baixo, ou um top curtinho mesmo, pra só cobrir o ‘cofrinho do peito’ no meião do decote, né?), e ainda rende mais.

    Transparência localizada pode acrescentar mangas num look que antes deixava braços de fora, pode construir sobreposições super interessantes e coordenações de formas e caimentos diferentes. Mas mais legal de tudo nessas imagens (a gente achou!) é a idéia de usar a transparência pra estender um comprimento, nem que seja só um pouquinho: repara que algumas dessas saias continuam um pouquinho além da barra, com uma tira de tecido transparente (que na prática pode ser um tipo de anágua bem fininha pra gente poder versatilizar e usar com vááárias peças!). Detalhe inteligente, versátil, feminino e muito muito charmoso!


  • A gente curte bastante a oportunidade de se aproveitar da idéia dos blocos de cor também em festonas, viu. Delícia-facilidade é escolher acompanhamento pra corzooooona do vestido nas corzinhas dos acessórios (corzona e corzinhas em referência à quantidade de espaço que vestido e acessórios ocupam no look!). Escolhida a cor do vestidón, quem pode super guiar-ajudar na escolha das cores “menores” – e nem por isso menos importantes! – é o círculo cromático. Aquele mesmo das aulas de educação artística da escola. Ces não imaginam o tanto que a gente usa esse círculo no trabalho de consultoria com as clientes, ó!

    O círculo cromático é tipo um arco-íris com pontas emendadas, fatiado ao meio no sentido transversal. Ele mostra direitinho como uma cor dá lugar à outra, como se a gente fosse misturando pigmentos em uma tonalidade pra obter outra. Essa passagem dá uma dicona de coordenação elegante, quase-quase monocromática (já que as cores são tão próximas que ficam vizinhas no círculo!). As cores que ficam uma do lado da outra no círculo são meio irmãs e sempre funcionam bem juntas, sem “informalizar” demais o look – mesmo quando contrastam não “gritam”, sabe como? E já que ocasião de usar vestidón é ocasião formal, elegante, refinada… esse pode ser um bom caminho na hora de escolher o que complementa a cor do look: corzona do vestido como principal-chamadora-de-atenção e outras cores coloridas – vizinhas dessa cor principal no círculo – como coadjuvantes nos acessórios (e até na maquiagem, por que não?!??). É legal pensar não só nas cores que a gente consegue ver no círculo cromático aqui nas imagens de cima, mas em todas as tonalidades que “cabem” dentro de cada cor dessa – desde os mais claros aos mais escuros, desde os mais vivos aos mais opacos. Como se cada cor dessa rendesse toda uma família de tonalidades.

    Quem quiser incrementar vestidos mais neutros ou criar um pouquinho de desordem-da-boa no dresscode formal (em pequeninos pedaços, nem vai doer!) também pode ter o auxílio-amigo do círculo cromático. As cores que ficam uma em frente à outra ou separadas pela mesma distância (tipo duas depois e duas outras depois) são complementares e criam contraste e maior “choque” quando usadas juntas – o que rende aparência menos formal mas também mais criativa. No fim o círculo cromático é um bom guia pra todo tipo de coordenação (alô circulinho impresso grudado na porta do guarda-roupa!) e, com tudo assim na facilidade, não tem por que a gente não experimentar e se divertir, né?!?? Suave na nave! :)

     


  • Tempos atrás a gente tava com uma cliente que provou um vestido e antes mesmo de sair do provador já soltou: “mas esse vestido parece roupa emprestada pra festa em viagem!”. A gente parou na hora pra pensar nesse “conceito”. Sabe quando a gente super tem tudo no armário sob controle, mas na hora da festa – ou do fim de semana ou da baladinha de fim de dia… cada um tem uma dificuldade! – parece que nada tem a nossa cara? Tipo numa situação (imaginária) de viagem em que surge uma festa e a única saída que se tem é emprestar a roupa de uma amiga que nada tem a ver com a gente. Parece fantasia, né?

    Isso de se aconstumar muito com um estilão e ter dificuldade de se encontrar em outro é super comum. E a solução é das mais fáceis – mas exige exercício. Se a gente faz força pra expandir nossa zona de conforto um pouquinho todo dia, especialmente no ‘dresscode’ mais usado pela gente (o do trabalho!), uma ousadiazinha a mais na balada não choca tanto. Tipo a gente passa mais tempo vestida pra trabalhar do que pra qualquer outra atividade na vida, então é nessa hora que a gente tem que “treinar” e experimentar. Pra se acostumar e pra não acomodar o olhar de quem vê a gente sempre! Um pouquinho todo dia resulta numa soma grande num futuro não tão distante – e essa “evolução” em estilo é super valiosa. E estilo pessoal só flui de verdade com autenticidade!


  • Querer parecer feminina parece redundância pra uma mulher, mas não é bem assim. Nem toda mulher é assim tão feminina por natureza. E quando a gente fala feminina quer dizer delicada, suave, uma lady – uma feminilidade bem romântica, sabe!?!

    O mais legal da mulher naturalmente feminina é que ela gosta – e usa – tudo aquilo que todas nós meninas aprendemos a apreciar desde pequenas: ela é cor-de-rosa, florida, cheia de lacinhos, usa vestido. O desafio é não ficar literal e conseguir toda essa delicadeza numa atitude mais mulher que menina. Como em todos os outros posts dessa “serie” aqui estão algumas direções bem práticas pra quem estiver afim de ficar um pouco mais mulherzinha:

    cores claras e estampas florais
    Não tem nada mais romântico do que tons clarinhos, fofinhos, cores de sorvete, né!?! Então imagina que “descolo” tentar fazer uma versão color blocking com tons pastel! Menina-mulher na medida certa. E é claro que um caminho muito fácil de atingir a feminilidade é apostar em estampas florais, daí que pra gente conseguir toquinhos de feminilidade a gente pode usar toquinhos de floral – a estampa não precisa aparecer numa peça inteirinha, tipo um vestido longo todo floral, mas em detalhes, acessórios ou peças menores.

    caimento fluido e cintura marcada
    A imagem de uma mulher andando com uma roupa tão molinha que o tecido balança com ela é tão feminina que chega até a ser óbvia. São leituras que nossos inconscientes fazem e por isso a gente utiliza esses símbolos pra comunicar o que quer. Então um bom truque pra ficar mulherzinha é apostar em tecidos molengos, que balançam, com movimento. E pra quebrar a tal obviedade que tal escolher peças não tão femininas – calças, camisas, paletós – em tecidos muito femininos? A cintura marcada é outro ótimo truque pra ficar mais mulherzinha, viu, gente! A silhueta feminina considerada a ideal é a tal da ampulheta, então pode ser uma boa forçar uma cinturinha.

    detalhes fofos
    Meninas: hora de se divertir! Lacinhos, coraçõezinhos, rendinhas, babadinhos e mais tudo que for muito fofo, muito de menina, mesmo. Mas calma lá! O segredo é não exagerar e pra isso nada como misturar informações, tipo lacinhos pretos, coraçõezinhos de metal, rendinhas transparentes, babadinhos estruturados, etc. Sacou?


  • Nos festivais gringos como Lollapalooza, Glastonbury e Sonar, o povo vai fardado: shortinho detonado na altura do útero, camiseta e galocha. Nessas ocasiões, distiguir Alexa Chung de Kate Moss só mesmo olhando os acessórios.

    O resultado fica legal dentro do contexto e a gente acha lindo ter pelo menos uma grande ocasião em que todo mundo vai pensando muito mais nas músicas que decorou em casa do que no carão que montou para o evento social.

    Já nos festivais brasileiros como Rock in Rio, SWU e Planeta Terra, a gente tem a impressão de que o clima é menos de guerrilha e as pessoas se permitem ir mais mauricinhas.

    Na nossa opinião, a roupa ideal para um show desses é ultraconfortável e prática, mas com toques mais brasileiros para não fazer cospobre de Roskild – festival dinamarquês – em pleno Trópico de Capricórnio. E também com alguns toques femininos que digam que, fora daquele ambiente, a gente até sabe o que é dignidade.

    NOS PÉS

    Se o show não for ter lama de verdade, vale a pena trocar a galocha por sandália birkin Melissas confortáveis – nem todas são! – ou por tênis mais femininos como Keds, alguns modelos de All Star e aqueles teninhos fofos com laço no lugar do cadarço e paetês vendidos em lojas como New Order e Accessorize.

    Além de serem confortáveis, mais femininos e alongadores do que a galocha, esses sapatos não te deixam com cara de quem copiou o look das gringas sem checar a meteorologia.

    PERNAS, PRA QUE TE QUERO

    Aproveitar o calor humano e tropical para ir de short ou bermuda deixa a composição mais feminina em uma situação em que cabelo e maquiagem não costumam estar em seus melhores dias.

    O tradicional shortinho jeans detonado até é uma boa opção, mas como 99% das meninas estarão usando a mesma roupa, pode ser mais interessante pular para um modelo de sarja ou de algodão com algum detalhe como uma amarração lateral, por exemplo.

    CAMISETA HERING É SÓ UM CONCEITO

    Talvez chova, talvez manche, talvez elasteça. Por isso, evite escalar sua camiseta favorita. Por outro lado, não precisa catar a camiseta branca mais preguiçosa do armário e levar para a noite.

    Uma camiseta simples com um decote bonito nas costas, com uma manga que amarra ou com uma faixa para marcar a cintura já resolve a questão.

    O ACESSÓRIO ENQUANTO APARATO DE GUERRILHA

    Em um show longo, com bebida, sol e cansaço, é necessário levar um pouco mais que cartão de débito e chave de casa. É preciso ter lugar para a aspirina, um lencinho, para as fichas de comida e bebida.

    Uma bolsa média com alça cruzada pelo meio do corpo resolve a questão e ainta te deixa com as mãos livres.

    Nessas ocasiões em que não cabe usar camas de roupa, colares, pulseiras e brincos podem fazer a diferença entre um look pobrinho e outro muito legal. É preciso, no entanto, ter cuidado para não usar nada que enganche nos outros ou atrapalhe seus movimentos.

    Para fechar com dignidade, terceira peça de show pode ser um cardigã levinho que te protege no fim da noite ou uma camisa de flanela quentinha. Quando não forem usados, eles podem fazer um charme na cintura ou pendurados na bolsinha transpassada.

    *Juliana Cunha é jornalista e colaboradora do blog da Oficina de Estilo, que sorte a nossa :) ce pode ler outros textos dela pra Oficina aqui — e os textos autorais dela no Já Matei Por Menos, ó!


  • Xadrez, listras, pied de poule (pé de galinha) e poás estão entre as estampas mais clássicas do mundo: aquele tipo de padronagem que conquista facilmente até as pessoas mais fieis aos tecidos lisos.

    Entre elas, a gente vem notando uma aparição mais frequente do poá: aquelas bolinhas (ou bolonas) que deram as caras durante as coleções resort de 2010 e vieram com tudo no inverno deste ano.

    Somente em 2011, Dior, Paul Smith, Marc Jacobs, Stella McCartney, Lanvin e Catherine Malandrino trouxeram poás em seus desfiles. Poá é clássico, é lindo e é uma das estampas mais fáceis de coordenar com outras estampas, sendo um ótimo começo para quem ainda tem medo de pesar na mão.

    A mensagem mais forte do poá é a de delicadeza, estilo antiguinho e feminilidade, remetendo a um estilo vovó.

    Quem quiser usar a tendência fugindo dessa mensagem original, deve balancear com peças mais joviais, como shortinho jeans, tênis, cabelo preso de um jeito calculadamente bagunçado, vestido curto ou acessórios divertidos.

    A própria estampa de bolinha pode ficar mais ou menos jovial, a depender do nível de contraste entre o fundo e os detalhes. Dentro dessa lógica, bolinha preta em fundo branco seria o mais vovó possível enquanto misturas com cores mais vivas e contrastantes fugiriam um pouco do envelhecimento precoce.

    Outra solução para rejuvenecer o poá e ainda associá-lo a outra tendência forte é usar com acessórios pesados: coturno feminino, sapato de madeira, colarzão.

    Aproveitar a modinha para adquirir boas peças de poá é muito esperto porque a mesma peça que hoje serve como atualizadora de look, amanhã irá compor seu acervo de peças atemporais. Não é qualquer tendencinha que tem esse futuro brilhante pela frente, minha gente!

    *Juliana Cunha é jornalista e colaboradora do blog da Oficina de Estilo, que sorte a nossa :) ce pode ler outros textos dela pra Oficina aqui — e os textos autorais dela no Já Matei Por Menos, ó!


  • A gente aqui na Oficina acredita desde sempre que inspiração de moda é mais legal quando vem do vida do que quando vem da própria moda. Reproduzir no look o que em volta da gente faz o olho brilhar parece mais gostos e inteligente do que usar alguma coisa por que todo mundo tá usando, né? Em dia quente de feriado, então, uma delícia é se inspirar no amarelo e no bege da praia. Sol e areia – em forma de cores! – rendem coordenações nada óbvias, super elegantes e ao mesmo tempo muito muito animadas. Bege é neutro claro, por isso cria looks monocromáticos com o amarelo (tom vivo e claro também), que alongam super a silhueta de quem usa. Os valores próximos (tudo claro) também garantem a “chiqueza” da coordenação, e mesmo que o amarelo pareça chamativo demais, ele sempre vai ser acalmado pelo bege. E especialmente por que essas duas cores são quentes (tem mais pigmento amarelado do que azulado na sua composição), elas sempre se ajudam, sem equilibram e se valorizam mutuamente. Fácil de fazer – até em pequenos toques! – e lindo de vestir.

    Lembrando que amarelo e outros neutros claros também rendem looks lindos, como com creme, com gelo, com cinza clarinho e até com dourado e cobre (com branco a gente acha “ovo frito”). Com neutros escuros, pra quem curtir cortar a silhueta (ou salpicar contraste no look!) amarelo rende boas coordenações com marinho, vinho, marrom e cinzão (amarelo e preto cria o clássico look abelha zzzuuummmmm). E pra aproveitar toda a “deliciosidade” dos blocos de cor, vale juntar amarelo e pink, laranja, petróleo, azulzão, roxo, turquesa e vermelho.


curtimos

ideias complementares às da Oficina