AUTOCONHECIMENTO PRA PACIFICAR A RELAÇÃO COM A PRÓPRIA SILHUETA

Imagina as nossas caras de espanto quando, alguns anos atrás, uma cliente de consultoria de estilo disse pra gente que não tinha NADA no corpo dela de que ela não gostasse. N-A-D-A! (emojis de espanto!)

Bem ao contrário do que deveria/poderia ser, é muito mais comum que nossas clientes tragam longas listas de ‘desgostos’ quando a gente conversa sobre silhueta, corpo, formas. Essa cliente aí, sem nada que a incomodasse (fisicamente), é uma exceção nesses nossos 14 anos de atendimento a mulheres iguaizinhas à ela, à gente, provavelmente a você também.

Em consultoria de estilo a gente trabalha essas questões com ilusão de ótica, direcionando o próprio olhar pra onde mais agrada. É possível escolher formas, caimentos, tecidos e outros elementos das roupas pra conseguir efeitos específicos — mas ó, só com cores já se impacta um tanto. Vê só:

CORES MAIS CLARAS, COLORIDAS OU VIVAS/INTENSAS:

expandem visualmente e chamam mais atenção

CORES MAIS ESCURAS, NEUTRAS OU OPACAS:

retraem visualmente e chamam menos atenção

E isso funciona sempre num comparativo, assim: cinza, por exemplo, é claro quando comparado ao marinho — mas é escuro quando comparado ao bege. Saca?

Então, sabendo com clareza o que a gente desejaria não lembrar que tem (e nunca ver com destaque) e também o que a gente mais curte em si mesma (querendo olhar pra essa delícia tanto quanto possível), já dá pra escolher cores com propósito! No nosso trabalho a gente começa a treinar isso com clientes quando pensa em PESO VISUAL DA PARTE DE BAIXO OU DE CIMA DA SILHUETA — sem precisar mexer com “tipos de corpo”, como se fala nas revistas.

Dá resultado de verdade, na prática. E é pacificador, serenizador, libertador. \o/

Tem mais desse assunto aqui nessa GRANDE BIBLIOTECA DE RECURSOS prontos pra usar ou direto nesses links, ó:

_muita barriguinha ou pouca cintura?
_terceira-peça pra quem tem peitão/ombrão
_o que disfarça braços cheinhos
_corpinho violão / silhueta ampulheta
_bumbum grande ou quadril avantajado?
_alô pernas grossas!

Essa é uma pontinha do que é possível ‘manipular’ visualmente pra harmonizar silhueta e se reconhecer no que a gente veste. Tamos ligadas: roupa não emagrece, não acrescenta centímetros, não afina braço ou perna… mas roupa pode ajudar a gente a se enxergar com mais carinho. E quando a gente tá em paz com as nossas próprias formas, fica mais fácil raciocinar adequação, criatividade, conforto, feminilidade, orçamento ou quaisquer outros valores das nossa personalidade e da nossa vida, nénão?

Nosso trabalho de consultoria de estilo, pra funcionar desse jeito, precisa partir do autoconhecimento — cada uma de nós mapeia em si mesma o que mais gosta e o que não gosta tanto; então a gente procura conhecer técnica pra manipular a apresentação da própria aparência; daí exercita na prática até se apropriar desse conhecimento como nosso mesmo, como natural. Autoconhecimento --> consultoria de estilo --> escolhas certeiras --> autoestima!