A BAILARINA INTERIOR DE CADA UMA

Quando a gente é criança quer ser astronauta-professora-artista-inventora (ainda é assim?). E pelo menos na minha lista de sonhos, bailarina eu também já quis ser. Lindas, longilíneas e impecáveis. Sempre parada com o pezinho denunciando que ali estava uma bailarina. Fofo isso né? Mas legal mesmo, é que (quase) todo mundo, todo dia é um pouco bailarina. ballerines

Parece papo de maluca, mas quem resiste à uma sapatilha de biquinho arredondado, com aquele lacinho (tipo um micro-cadarço) na frente? Bem com cara de bailarina mesmo! - daí a inspiração pra essas sapatilhas, as ballerines. Fala-se “balerríne” e apesar de ter esse nome todo afrancesado, quem batizou as sapatilhas com esse nome foi um australiano criado na Inglaterra chamado Jacob Bloch, em 1932. Quinze anos depois, Rose Repetto (que emprestou o nome pras famosas-até-hoje Repetto) desenvolveu as sapatilhas – e deu super destaque a elas. Com o tempo, elas acabaram saindo do palco e ganhando as ruas - afinal quem não tem uma dessas, não é?

Por conta dessa aura de bailarina que as ballerines carregam, elas vêm cheia de "informação feminina". Legal é usar quase do jeito contrário do que se faz com a meia-pata, coordenando looks mais duros e sérios - porque as sapatilhas já acrescentam feminilidade sem precisar de muito laço ou cor-de-rosa. Ballerine é quase um ‘delicalizador/fofurador’ (hehehe) de look instantâneo. Mais: no look de quem já é romantiquinha por natureza, ballerines em cores fortes - roxo, vermelhão, preto, marinho - podem fazer a diferença.