CONSULTORIA DE ESTILO E ECONOMIA CRIATIVA

A gente já é "velha" nessa profissão/nesse mercado tão jovens (especialmente aqui no BR). E desde o início, sem muitos modelos disponíveis pra gente pesquisar ou usar como referência, ficou definido aqui na Oficina que a nossa satisfação pessoal e os nossos valores seriam sempre guia pras estradas que a gente escolhesse trilhar ao longo da nossa experiência, na medida em que crescesse. A gente desenvolveu e testou nossa metodologia autoral assim: acreditando que todo mundo é diferente e que essa é a beleza da vida; que a gente por ser diferente e topar fazer diferente ia "atrair" clientes essencialmente interessadas nisso mesmo. E agora, tanto tempo depois - véias! - a gente começa a entender que esse nosso modelo-vindo-do-não-modelo tá inserido nessa idéia da economia criativa. Que orgulho!

Captura de Tela 2017-08-29 às 18.14.38.png

Se a humanidade é sortida e se cada pessoa é única, então uma consultoria de estilo - que quer assessorar clientes num melhor relacionamento com seus próprios guarda-roupas - só funciona de verdade-verdadeira quando parte do cliente; quando transita por caminhos de autoconhecimento. E se a relação de cada cliente consegue ser melhorada substancialmente através desse 'olhar pra dentro', dessa troca de referências (não mais as externas, mas sim as internas!), então é natural que consultoria de estilo (aplicada assim!) renda também resultados em autoestima. Se conhecer e entender é a essência de 'substituir consumo por autoestima'. Pensa em 'melhora de relacionamento com o próprio guarda-roupa' acontecendo quando o que se tem no armário deixa de ser um problema diário e passa a ser solução; quando a gente pode dar a importância devida ao que veste (muito muito pequena!) pra dar importância real à vida e ao que a gente vive (muito maior e mais importante!). Melhorar relação com o próprio armário também rola quando a gente aprende a comprar menos, mas melhor; quando a gente entende que pode ter um armário conciso, mas muito versátil -- em que cada peça seja tão usada e de tantas maneiras diferentes que seja justificável fazer substituições periódicas: abrir mão do que tá velhinho/desgastado pra abastecer nosso repertório coordenáveis com peças novas... e assim esse armário conciso passa a estar também sempre atualizado.

A gente escolheu moldar o nosso negócio - e assim estruturou a nossa metodologia: querendo entregar com inteligência e treinamento a possibilidade das nossas clientes construírem guarda-roupas que representem quem elas são e a vida que vivem. Diferente de vender o guarda-roupa do momento, da temporada ou da atriz/personalidade X ou Y. Só dá certo porque nossas clientes entendem que o autoconhecimento é ponto de partida e de direção pra aplicação desse método, e que o resultado por isso mesmo é certeiro --> parte da cliente e volta pra ela mesma! Consultoria de estilo entrega, em forma de treinamento, melhor relação com o guarda-roupa e pode sim render resultado em autoestima, pode abrir outras portas que não só as do guarda-roupa... mas depende de cada cliente. A possibilidade existe, é só querer arriscar, assumir responsabilidade, se aprofundar. Assim como na economia criativa!