LIXO DE UMA, LUXO DA OUTRA

Tudo em moda é subjetivo: não dá pra provar por A + B que um look é bom ou ruim. Existe gostar ou não gostar, existe conversar e discutir prós e contras, elementos visuais, cores, proporções e tals  -- e toda conversa rende aprendizado, todo argumento vira referência (o que é super bom). Às vezes o que parece 'estranho' ensina pra gente muito mais do que o que flui 'fácil'. Esse 'fácil' acontece bem, rola sem esforço ou demanda de pensamento. O 'estranho' (ou 'difícil'!) ensina a gente a pensar, a buscar alternativas, a exercitar oportunidades. O que é feioso pra gente pode ser incrível pra outra(s) pessoa(s). E vice-versa.

tavigevinson.png

A gente precisa ter atitude estética diante das coisas. Mais do que se apegar à gosto pessoal, a gente tem que (procurar) achar valor estético no que poderia ser desprezado, no que poderia só render um chocho. Porque esse é um jeito bem bonito de crescer na moda -- e de olhar a vida. Né? ;-)

+ gosto pessoal não tem espaço no trabalho de consultoria de estilo