"MAGRA" NÃO É ELOGIO!

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A gente não é só peito ou só bumbum ou só quadril ou qualquer outro pedaço de carne. Do mesmo jeito também não é só gordinha ou só magrela. A GENTE É UM TODO, UM SER INTEIRO, muito mais do que só corpo (inclusive inteligência, sorriso, habilidades, bom humor... tudo isso é também quem a gente é: almas que tem um corpo!). E a gente não diz "nossa, seu cabelo é castanho!" como um elogio -- porque isso é característica apenas -- ou "uau seu olho é verde!" como se fosse um defeito. Portanto, ser magra ou ser gordinha também é só característica, e não elogio ou demérito. Um corpo que se alimenta com o que nutre de verdade, faz exercícios físicos com frequência regular e que dorme horas suficientes pra estar descansado É UM CORPO SAUDÁVEL. E um corpo saudável é sempre bonito -- seja em manequim 38 ou 46.

E se o nosso corpo saudável tá cuidado, com tudo funcionando super direitinho como a natureza fez e programou desde o nosso nascimento, então por que tanta gente não quer ter o corpo que tem, mas quer ter outro corpo de outra pessoa?

Pra gente aqui na Oficina, parece ser mais inteligente cuidar com mais carinho do que a gente tem em vez de fazer força pra ser parecer alguém que a gente não é. Comer pro corpo que a gente tem -- que funciona perfeitamente, leva a gente pra onde a gente quiser, dá suporte pra gente viver essa vida linda! -- e se conectar com esse corpo que a gente tem, independente de quilos extra. Aprender a aceitar a gente mesma, desse jeito único e muito especial, pra gente se cuidar com carinho equivalente. Tudo que a gente aceita a gente também cuida, não é? E tudo que recebe cuidado é bonito, não tem como não ser!

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((Seguir o #projetofulanadetal não aproxima (nem um pouquinho!) a gente dessa idéia de deixar de ser a gente pra ser a fulana -- continua todo mundo, seguindo ou não seguindo, sendo a mesmíssima pessoa. A fulana é a fulana e ponto: ninguém mais é ela, só ela mesma! Nosso trabalho focado em autoconhecimento e autonomia, na consultoria e nos cursos, quer ajudar clientes e alunas a enxergar potencialidades nelas mesmas o tempo todo, independente de padrões inventados ou referências externas. Isso dá resultado em forma de tolerância -- pra gente e pra quem passa pela consultoria. Tipo assim: quanto mais a gente se curte, se aceita, cuida do que tem... mais a gente tolera, aceita e abraça diferenças. Alô #PROJETOVERÃOPRAVIDATODA!))