NINGUÉM É SÓ PEDAÇOS DE CORPO

Ou: "abandonando essa visão-açougueira da silhueta feminina". Quando a gente se olha no espelho, vê um conjunto de coisas, todas parte de uma mesma aparência. Ninguém é só quadril, ou só peitinho, ou só barriga (seja ela positiva ou negativa), ou só coxa grossa. A idéia de conjunto pode ser libertadora, porque dá possibilidade da gente encontrar pontos fortes pra valorizar na aparência -- de mais de um jeito, sob mais perspectivas.

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Ao mesmo tempo, esse conjunto de lindezas dá chance de harmonização, de compensação: se fosse tudo uma coisa só e se a gente não curtisse essa coisa, tava tudo perdido... mas não! Não tá tudo perdido -- pelo contrário: se a gente não curte uma coisinha que seja, essa coisinha pode ser "neutralizada com amor"quando a gente valoriza outras coisas, e então desvia a atenção de um 'desgosto' para um 'gosto'. Bom, né?

Corpo faz parte da aparência que a gente tem, mas todo mundo é muito mais que só aparência. Diz um ditado indiano que "não somos corpos que têm uma alma, mas almas que têm corpos" -- ó que lindeza de pensamento pra vida!