ROUPA DESDE A IDÉIA

desenhos

Há algumas semanas a gente recebeu um convite pra uma festa com dresscode black-tie. Como quase todo mundo, a gente não tem no armário nada já pronto/preparado pra vestir numa ocasião em que o dresscode é quase de tapete vermelho -- além de não ter tanto tempo (a gente se preocupou com o que vestir duas semanas antes da festa) e de não querer gastar dinheiro, né! A conta é assim: se a gente tem uma festona em black-tie pra ir só uma vez por ano (quando muito!), por que gastar com esse look mais do que a gente gasta com o que usa todo dia?

Aconteceu então da gente lembrar do PAULO BABBONI, figurinista/modelista/costureiro/artista dos mais finos, com quem a gente trabalhou tempos atrás quando cuidou do figurino de uma cantora daqui de SP. O Paulo é como um carnavalesco: faz materiais super simples (e baratos!) parecerem o maior luxo que já se viu -- característica que tá ligada ao conhecimento de moda que ele tem (quanta referência!) e ao bom gosto ligado à sofisticação, ao que é refinado. Paulo sabe das coisas. Marcamos um café, mostramos referências do que a gente gostava, ele deu idéias, rascunhou modelos, a gente imaginou junto como seriam tecidos, acabamentos, que acessórios acompanhariam e então a ação começou. \o/ \o/

provas.ode
provas.ode

Dois dias depois de trocar referências por desenhos e idéias, a gente foi junto com o Paulo até a rua 25 de Março procurar tecidos. A idéia da Cris era cor forte em tecido pesado e a minha era tecido leve em superfície super brilhosa. Na mesma loja encontramos os dois: a Cris comprou um crepe super chique no azul que tinha imaginado desde o início dessa nossa brincadeira, eu encontrei uma musseline toda coberta de paétes num tom de dourado-marrom-claro -- conselho do Paulo, que sabia o que deixaria o look mais arrumadão.

Os tecidos foram embora com o nosso Jacques Laclair particular (!!!) e cinco dias depois lá foram as meninas da Oficina pra primeira prova de roupa. O Paulo entendeu de primeira e traduziu as nossas vontades em vestidos dos (nossos) sonhos: simples, originais, com a nossa cara e super "ricos"! E a gente já tava tão bacana!

festona.ode
festona.ode

Outra prova ainda foi feita, pra conferir os ajustes feitos na primeira prova. O cronograma foi bem assim: na segunda-feira a gente se encontrou, na quarta a gente foi comprar tecidos, na outra segunda a gente provou, na quinta a gente provou de novo e no sábado os vestidos tavam em casa. Numa caixa linda, com carinho e atenção exclusivamente dedicados a gente, desde a idéia no papel!

Os dois vestidos juntos custaram uma fração do que custaria qualquer um pronto (no mesmo nível de lindeza que os nossos) e olha, não tinha ninguém tão diferente e tão bacana quanto a gente na festa! ;-)

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