ROUPA TEM QUE CABER NO CORPO (E NÃO O CONTRÁRIO)

Essa ordem tá muito errada: não é o corpo que tem que caber na roupa, é a roupa que tem que caber no corpo — e o corpo TEM QUE ser o ponto de partida desse pensamento, dessa ideia: a gente já tem um, ele já tem formas. A gente devia estar com atenção e energia colocadas em escolher o que melhor envolve essas formas <3 e não forçando o contrário. “Deformar” esse corpo que já existe (que é forte e que funciona tão direitinho) pra caber em roupas… não parece pouco esperto?

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Mesmo questionamento pode se estender pra pensar alimentação e ginástica: que coisa LINDA seria comer pra nutrir o corpo que a gente tem, se mexer pra celebrar o que esse corpo é capaz de fazer! Essas idéias crescem em clareza quando a gente resolve parar de olhar pra outras referências que não sejam a gente mesma, quando a gente voluntariamente se retira desse lugar de comparações. Na consultoria de estilo a gente exercita isso com clientes assim:

  • aprende a tirar o foco do que não agrada tanto na aparência;
  • aceita o que não tem como ser modificado, o que já É;
  • valoriza e celebra o que a gente mais gosta.

Em cada encontro com nossas clientes e com nossas alunas a gente vai entendendo (mais e mais!) que aceitar o que a gente tem e é pode ser um caminho carinhoso e ainda difícil, mas possível. E tem mais gente que acha, vê só:

MEU CORPO É UM VEÍCULO, NÃO É QUEM EU SOU
um depoimento muito sábio de um parágrafo apenas, feito por uma senhora magnificamente maravilhosíssima, sobre auto-imagem e o que importa (na vida) — em inglês

VOCÊ OBTÉM AQUILO EM QUE FOCA
no lugar de olhar fixamente pro que desagrada, um convite pra direcionar atenção e energia pro que se quer, pro que faz crescer e brilhar

O QUE É BELO PRA VOCÊ?
uma reflexão sobre (se) descolar de padrões a partir de uma abertura voluntária pro que é diferente, num esforço ativo pra enxergar potencialidades <3

 
 
 
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